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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Ala do PT do Paraná defende ida de Paulo Bernardo para Itaipu

É claro que Paulo Bernardo tem "missões e metas a cumprir" em seu atual cargo. Tem a banda larga ou mais larga; tem a disputa entre as operadoras, no come-come tradicional do sistema capitalista; tem a infovia básica “estatal”, com a estrutura física a ser construída com recurso público para, depois, ser entregue à operação privada. Traduzindo: como sempre, o osso é público, o filé é privado. Aliás, a mídia pouco ou nada tem falado sobre essas coisas.
Publicação do IHU Notícias - 10-01-2012
Ala do PT do Paraná defende ida de Paulo Bernardo para Itaipu
Com o fim das férias da presidente Dilma Rousseff, retorna à pauta do Palácio do Planalto a reforma ministerial programada para este mês. No fim do ano passado, a própria presidente alertou que as mudanças decepcionariam aqueles que esperam uma ampla reforma no primeiro escalão do governo. Se depender do PT e dos partidos aliados, porém, a renovação do gabinete não será tão acanhada. Nos últimos dias, a Pasta que entrou na mira foi o Ministério das Comunicações, atualmente comandado pelo ministro Paulo Bernardo (PT).
A reportagem é de Raymundo Costa e Fernando Exman e publicada pelo jornal Valor, 10-01-2011.
A idéia de uma ala do PT paranaense é deslocar Paulo Bernardo para a diretoria-geral da usina hidrelétrica de Itaipu no lugar de Jorge Samek, que transferiu seu domicílio eleitoral para Foz do Iguaçu e aguarda uma decisão de Dilma para lançar-se à disputa pela prefeitura do município. O plano, se levado adiante, reforçaria a presença do partido no Paraná e daria à presidente mais uma carta para manejar, caso Dilma agora decida promover uma dança das cadeiras menos limitada.
O recado já foi enviado ao Palácio do Planalto. Integrantes do grupo político de Paulo Bernardo trataram do assunto com o ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. E também chegou aos ouvidos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O movimento mundial dos indignados da Terra começou com os zapatistas

O movimento zapatista sempre produziu reflexos não apenas nas demandas do México, mas também de outras partes do mundo. Nas palavras do seu líder, o subcomandante insurgente Marcos – é assim que ele assina -, “o mérito do EZLN é ter encontrado a frequência de comunicação capaz de produzir esse reflexo amplo”.
Por isso faz muito sentido a afirmação do título da matéria aqui reproduzida.

A publicação é do IHU Notícias, 09-01-2012


''O movimento mundial dos indignados da Terra começou com os zapatistas''

Dois dos intelectuais mais renomados do México, Luis Villoro e Pablo González Casanova, fiéis à sua convicção zapatista, saudaram a luta do EZLN [Exército Zapatista de Libertação Nacional] em seu 18º aniversário e, embora ambos não pudessem estar fisicamente por motivos de saúde, enviaram sua participação ao II Seminário Internacional de Reflexão e Análise: "Planeta Terra: Movimentos Antissistêmicos".

A reportagem é de Alejandro González Ledesma e Marcela Salas Cassani, publicada no sítio Desinformemonos.org. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O filósofo Luis Villoro, com quem o subcomandante Marcos recentemente manteve um intercâmbio de cartas sobre Ética e Política, felicitou "os companheiros zapatistas" pelo aniversário de sua insurreição, "esperando que as profecias maias nos surpreendam de forma positiva".

Por sua parte, Pablo González, sociólogo e ex-reitor da UNAM, assinalou em uma conferência enviada especialmente para o encontro: "Pensemos na imensa mobilização dos indignados e dos 'ocupas' que lutam por outro mundo possível. Hoje – escrevem admirados dois professores ingleses –, a mobilização é gigantesca. Nunca se haviam dado conta dessa magnitude, e toda a mobilização começou (acrescentam) nas selvas de Chiapas com princípios de inclusão e de diálogo".

González Casanova acrescentou que "serão cada vez mais aqueles que, no mundo inteiro, lutam pelo que, em 1994, parecia ser apenas uma 'rebelião indígena pós-moderna'".

Fusões batem recorde no setor de educação

Como diz o Zé Ramalho: “He, he, vida de gado; povo marcado, he, povo feliz”...
A marcação já vem de baixo, desde a educação e a formação. Passa pela informação, pela cultura, pelo trabalho e vai por aí a fora.
Como não ser um povo marcado, com o ensino na mão de grupos empresariais, estrito senso. Ou seja, que visam apenas o "negócio", o lucro e a acumulação capitalista.
Publicação IHU Notícias - 09-01-2012
O movimento de fusões e aquisições no setor de ensino privado bateu recorde no ano passado. Só as operações - cerca de 20 - realizadas por quatro empresas de capital aberto movimentaram R$ 2,4 bilhões. No total, ocorreram 27 transações, mas não há dados precisos sobre as que envolveram instituições menores e de capital fechado. Nunca houve um valor tão alto no país, pelo menos desde 2007, quando os grandes grupos de ensino começaram a abrir seu capital e passaram a tornar públicas suas contas. Em 2012, o setor deve continuar registrando negócios, porque existe ainda espaço para consolidação no ensino fundamental e médio, afirma Luís Motta, sócio da KPMG.
A reportagem é de Beth Koike e Luciano Máximo e publicada pelo jornal Valor, 09-01-2012.

O valor recorde de transações foi puxado pela mineira Kroton, que comprou por R$ 1,3 bilhão a Universidade do Norte do Paraná (Unopar), líder no segmento de ensino a distância. Essa foi a maior operação já fechada no setor de educação no país. Outro grande negócio foi a compra da Uniban, de São Paulo, pela Anhanguera, por R$ 510 milhões. A Anhanguera é o maior grupo de ensino do país, com 292 mil alunos. A Kroton, vice-líder, tem 264 mil. O mercado nacional de educação superior tem 5,3 milhões de alunos, sendo 75% em faculdades particulares. A movimentação no setor também foi motivada pela retomada dos investimentos da britânica Pearson e da brasileira Abril Educação.

domingo, 8 de janeiro de 2012

EUA expulsa cônsul da Venezuela em Miami

A notícia abaixo foi publicada no jornal mexicano La Jornada deste domingo. Nas entrelinhas do último parágrafo, percebe-se o destaque para a evidente relação dessa atitude norte-americana com a atual visita do presidente iraniano a alguns países latino-americanos, a começar pela Venezuela. A respectiva notícia, do jornal espanhol El País, de 06/01/2012, também com tradução de minha autoria, foi postada no dia 06/01/2012 neste Blog.
EUA ordena expulsão da cônsul da Venezuela em Miami
La Jornada - México - 08-01-2012
AFP - Publicado: 08-01- 2012
“Os EUA declararam a Cônsul Geral da Venezuela em Miami, Livia Acosta Noguera, persona non grata e ordenaram sua deportação”, disse uma autoridade norte-americana neste domingo.
O funcionário, que pediu anonimato, disse que Lívia Acosta Noguera foi notificada da decisão na sexta-feira e lhe foi dado um prazo até terça-feira para deixar o país.
Acosta Noguera foi envolvida em um recente documentário da televisão Univisión, com um suposto complô iraniano para cometer ataques nos Estados Unidos, embora o funcionário diplomático não confirmasse à AFP o seu vinculo com a decisão.
A decisão dos EUA acontece justo quando o presidente Mahmoud Ahmadinejad começa um giro  latino-americano, com uma primeira etapa em Caracas, neste domingo.

Reassentados por usina dependem de ajuda para sobreviver

Às vésperas de a usina de Santo Antônio começar a girar sua primeira turbina em Porto Velho (RO), ribeirinhos retirados das margens do rio Madeira ainda dependem da ajuda financeira da concessionária para sobreviver
A reportagem é de Gustavo Hennermann e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 08-01-2012.
Publicado pelo IHU Notícias de 08-01-2012
Cerca de 270 famílias foram removidas para dar lugar ao reservatório de água da hidrelétrica. Elas se mantinham com a pesca artesanal e a agricultura e, agora, enfrentam dificuldades para produzir nos assentamentos.
No assentamento rural Vila Teotônio - um dos seis construídos pela Santo Antônio Energia -, os pescadores reclamam que ficaram sem fonte de renda depois de peixes e turistas "sumirem".
Desde o fim de 2010, esse assentamento começou a receber 40 famílias que moravam numa vila próxima a uma cachoeira que hoje está coberta pela água.
O grupo foi instalado na beira do reservatório, que começou a encher em setembro e seguirá elevando o nível da água até o fim de janeiro.
"Eu saía de barco e, na volta, enchia os congeladores de peixe. Hoje, gasto 80 litros de combustível dando volta nesse lago e não trago 20 kg", diz Pedro Fonseca da Cruz, 59.

Privataria em MG: a guerra dos emboabas

por Rodrigo Vianna
Postado no Blog Escrivinhador, 03/01/2012
 A “Privataria Tucana” chegou a Minas. E dessa vez não foi pelos blogs nem pelas redes sociais. Amaury Ribeiro Jr – autor do livro que conta os caminhos e descaminhos do dinheiro das privatizações, com foco na atuação de gente muito próxima a José Serra  - passou uma hora no estúdio da Radio Itatiaia, de Belo Horizonte. Foi entrevistado, nesses primeiros dias de 2012, no programa de Eduardo Costa – um apresentador muito popular.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Apenas ilusão

Esse incrível descompasso vem sendo tratado de modo muito tímido e até medroso. É como se estivéssemos andando em um terreno lodoso, com olhos e ouvidos atentos apenas no entorno agradável: a floresta, os pássaros, os frutos, as flores,  as borboletas. Ou seja, sem olhar para baixo, com medo de desfazer o encanto. Ou como as bailarinas clássicas vestidas com seus “tutus du ballet”, participando de um lindo espetáculo, sem poder prestar atenção nos próprios pés, dentro das sapatilhas, cobertos de ataduras, resultado dos maus tratos que a profissão lhes produz.
IHU Notícias - 07-01-2012
"A sexta economia do mundo produziu em 2011 US$ 2,5 bilhões. No entanto, se dividimos esse valor pela população, encontramos que a renda per capita brasileira é apenas a 77º no ranking mundial, sugerindo que o padrão de vida médio no país ainda é significativamente inferior ao padrão europeu", constata Flávio Comim, professor de economia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e da Universidade de Cambridge, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 07-01-2012.
Segundo ele, "a ideia de ter um padrão europeu seduz, mas também pode nos afastar da verdade sobre onde estamos e quem somos".
Apenas ilusão
A imagem do Brasil como sexta economia do mundo é apenas uma ilusão para o cidadão comum.
Somos ainda um país muito desigual, no qual milhões vivem indignamente. Nosso desenvolvimento humano tem andado a passos lentos e, em vez de encararmos os fatos, preferimos uma atitude na linha do "me engana que eu gosto" quando nos deparamos com algumas estatísticas feitas "para inglês ver", com pouca materialidade no dia a dia de milhões de brasileiros.
A sexta economia do mundo produziu em 2011 US$ 2,5 bilhões. No entanto, se dividimos esse valor pela população, encontramos que a renda per capita brasileira é apenas a 77º no ranking mundial, sugerindo que o padrão de vida médio no país ainda é significativamente inferior ao padrão europeu.

As crises e seus ciclos


Luiz Carlos Correa Soares
Desde o século 19, pensadores como Karl Marx (1818 - 1883), o economista francês Clement Juglar (1819-1905), o economista marxista russo Nicolai Kondraitieff (1892-1938), o economista austríaco Joseph Schumpeter (1883-1950), têm se dedicado ao estudo das crises do sistema capitalista. E bem assim, muitos outros, como o nosso Ignácio Rangel (1914 –1994) e, mais recentemente, o canadense Iam Gordon.
É notório – e os estudos de Kondraitieff e Gordon demonstram isso -, há fortíssima correlação entre as crises e as guerras, tanto as grandes guerras como as "menores", principalmente aquelas em que os EUA são participantes destacados. A razão é óbvia: as guerras, em todos os tempos, sempre serviram para consolidar o poder econômico e político dos dominantes. No período do predomínio do capitalismo as guerras têm tido uma dupla finalidade adicional: obter vantagens diretas com a venda de instrumentos de guerra cada vez mais sofisticados e - após a destruição realizada -, com a reconstrução dos escombros!
Dentre os fatos econômicos e políticos relevantes ocorridos no período que vai desde o inicio do século 18 até os dias de hoje - conforme estudo que se encontra mais detalhado no meu livro Capitalismo Terminal, recentemente publicado – ocorreram várias crises, sendo que a primeira crise econômica e financeira se deu em 1720, na Inglaterra, produzida por uma onda especulativa que decretou a quebra de uma companhia marítima e do banco Law.
A segunda ocorreu um século e meio depois, de 1873 a 1896, cujo estopim foi o colapso da Bolsa de Viena e produziu a primeira grande depressão. As consequências principais foram falências de bancos europeus e norte-americanos, o desemprego, a pobreza, a miséria, isto é, o de sempre!
Daí em diante, os períodos entre as crises foram se estreitando cada vez mais. Assim, tivemos a crise de 1882, na França - ainda dentro da grande depressão de 1873/96 – com a quebra do Banco Unión Gènérale e queda nas Bolsas de Valores de Paris e Lion.
Em 1907, após vinte e cinco anos, empréstimos sem limitação produziram um efeito dominó com queda de ações e até ameaça de falência da Prefeitura de Nova York.
Depois de vinte e dois anos, em 1929, ocorreu uma grande onda especulativa que produziu a crise mais analisada e comentada até hoje. Suas consequências se estenderam pela década de 1930, inclusive o início da 2ª Guerra Mundial.
Em 1973, com a criação da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) ocorreu um grande e rápido aumento dos preços do petróleo e a chamada crise do petróleo.
Em 1981, uma crise iniciada nos EUA repercutiu fortemente na América Latina, inclusive no Brasil. Decorridos seis anos, em 1987, gastos excessivos do governo americano produziram uma bolha especulativa que produziu quedas recordes nas bolsas americanas, com reflexos no mundo todo.
Em 1994 deu-se a crise do México, a qual teve como maior conseqüência a "compra" daquele país e a expropriação de suas reservas petrolíferas. Em 1997, foi o caso da chamada crise asiática, repicada pela crise da Russia, em 1998.
Em 2000 estourou a bolha internética, com a crise das chamadas "empresas ponto com". No ano seguinte aconteceu o terrível onze-de-setembro. Em 2004 foi a vez da crise argentina, ainda como decorrência dos desmandos do governo Ménen.
A crise de 2008, apesar de facilmente previsível, teve gravidade, profundidade e abrangência bem maiores do que as últimas precedentes. Aliás, perdura até hoje, aos "solavancos" e sempre ameaçadora, como está mais do que evidenciado neste momento.
Pela seqüência acima, constata-se que no período de dois séculos e meio, isto é, até meados dos anos 1970, ocorreram seis crises. No período subsequente, de apenas três décadas, denominado neoliberal, ocorreram oito!
Assim, a periodicidade das crises do capital é cada vez menor. Pergunta-se: quando elas se tornarão mensais, semanais ou diárias? Quem se atreve a garantir que isso é impossível?
Para completar esta análise, vamos examinar brevemente algumas teorias a respeito dos ciclos, cujo exemplo físico, clássico, é o movimento pendular.
Quanto aos ciclos econômicos, algumas teorias têm mostrado que, independentemente de suas dimensões e épocas, eles obedecem a uma seqüência de seis etapas que podem ser assim sintetizadas: 1. transição do velho para o novo; 2. infância do ciclo; 3. maturidade do ciclo; 4. auto-questionamento e ajustes; 5. envelhecimento do ciclo; 6. transição para o "novo" novo.
Pela análise aqui procedida, tudo indica que o sistema capitalista está entre as fases 5 e 6, ou seja, caminhando rapidamente para o final de sua existência. E, de modo concomitante, está sendo gestado um "novo novo" modelo realmente humano, social, ecológico, político e econômico. Nessa ordem de prevalências. Todavia, ele está ainda em estado utópico (do grego 'u topos' = fora de lugar). Em outras palavras, ele já existe sem estar totalmente visível. E apenas pode ser perceptível a olhares muito atentos, destituídos das viseiras impostas pelo status quo ideológico vigorante no nosso cotidiano.
Nesse sentido, todo o esforço que vem sendo feito para manter o "doente na UTI", sob a esperança de uma última tentativa de "ressuscitação", tem tudo para ser inútil. Por quê?
Porque é possível enganar algumas pessoas por muito tempo ou várias pessoas por algum tempo, porém jamais todas as pessoas todo o tempo. Além disso, o "quádruplo processo matastásico e septicêmico" que o capitalismo auto-desenvolveu – dominação, exploração, ganância e exclusão desenfreadas – fatalmente o levará à morte.
E que isso ocorra já, agora, deve ser desejo e meta de todos os explorados que habitam o nosso Planeta Terra! "Explorados, uni-vos"...!

Um mundo de torturadores: a crueldade dos Estados

Dos 194 Estados da ONU, 100 praticam a tortura, seja para obter informações ou confissões, seja como metodologia para fazer reinar o terror. Síria, Egito, Argélia, Chile, Argentina, Brasil, Cuba, Estados Unidos, França, Espanha, China, Vietnã, Índia ou Rússia: não há continente que esteja livre dessa barbárie. Esta é a conclusão do informe “Um mundo de torturadores”, publicado na França. 
> LEIA MAIS http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19306&boletim_id=1089&componente_id=17365Direitos Humanos | 30/12/2011

Cúpula do Mercosul. Intenso debate

Em uma reunião da Cúpula do Mercosul, realizada em Montevidéu e marcada pela morte do subsecretário de Comércio Exterior da Argentina, Ivan Heyn, os presidentes chegaram a acordos em matéria tarifária. Cristina Kirchner assumiu a liderança pro tempore pedindo uma resposta comum à crise.
A reportagem é de Julián Bruschtein e publicado pelo Página/12, 21-12-2011. A tradução é de Luiz Carlos Correa Soares, colaborador do Cepat."Há um novo mundo, mas não há novas idéias", enfatizou a presidente Cristina Kirchner, parafraseando o lema da última reunião do G-20, em seu discurso na 42ª Cúpula do Mercosul, ao assumir a presidência pro tempore do bloco, função que estava com o uruguaio José Mujica. Em um dia ofuscado pela morte do subsecretário de Comércio Exterior argentino, Ivan Heyn, o encerramento da Cúpula dos presidentes do Mercosul foi agitado e com muito debate entre os mandatários.
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